| Institui??es de car?cter particular e cooperativo |
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| 24-Mai-2007 | |
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(...) O número de Psicólogos que se encontram a exercer funções nestes organismos, designadamente Colégios, I.P.S.S., Misericórdias, Cerci’s, entre outros, são frequentemente insuficientes para conseguir dar resposta adequada a todas as solicitações que lhes são dirigidas. Por outro lado, os Contratos Colectivos de Trabalho nem sempre se fazem cumprir, pelo que os profissionais de Psicologia são alvo de injustiças ou de situações abusivas, por parte da entidade patronal.
Instituições de carácter particular e cooperativo
Caros colegas e Associados
Como é já do vosso conhecimento, a situação profissional dos Psicólogos em Portugal tem vindo a enfrentar algumas dificuldades. No sentido de melhor compreender a realidade das instituições de carácter particular e cooperativo, o Sindicato Nacional dos Psicólogos está a proceder a um levantamento de eventuais irregularidades ocorridas nas mesmas. O número de Psicólogos que se encontram a exercer funções nestes organismos, designadamente Colégios, I.P.S.S., Misericórdias, Cerci’s, entre outros, são frequentemente insuficientes para conseguir dar resposta adequada a todas as solicitações que lhes são dirigidas. Por outro lado, os Contratos Colectivos de Trabalho nem sempre se fazem cumprir, pelo que os profissionais de Psicologia são alvo de injustiças ou de situações abusivas, por parte da entidade patronal. Pensamos ser urgente proceder não só ao reforço de técnicos naquelas instituições, mas também à obrigação do cumprimento da lei, patente nos Contratos Colectivos de Trabalho. Assim, por sentirmos poder contribuir para a regularização destas situações profissionais, bem como para a dignificação da nossa classe e carreira, vimos por este meio solicitar a vossa colaboração. Esta vale tanto por relatos de dificuldades/situações irregulares com as quais se deparam no vosso quotidiano, mas também pela apresentação de sugestões/medidas alternativas. Através do testemunho das vossas experiências profissionais como Psicólogos naquelas instituições, pretendemos conhecer de uma forma mais objectiva e profunda esta realidade. Finalmente, manifeste, se for caso disso, a sua disponibilidade para colaborar com o Sindicato. Com as melhores saudações, Junho de 2005, |
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