30/04/2015

Psicólogos em luta vão ao 1º de Maio!

Em defesa do direito ao trabalho, e ao trabalho com direitos, também os Psicólogos vão estar presentes no 1º de Maio!
Concentrações
Lisboa: 15h - Praça Martim Moniz
Porto: 15h - Praça da Liberdade

24/04/2015

Jovens Psicólogos, todos ao 1º de Maio!

No Dia do Trabalhador vamos lutar pelo direito ao trabalho com direitos e dizer que queremos por fim à eternalização da precariedade, desemprego, e restrição do acesso ao trabalho com direitos!



10/04/2015

SNP em Audição Parlamentar sobre Indisciplina em meio escolar

No dia 8 de Abril de 2015, em sessão promovida pelo Grupo de trabalho sobre a prevenção da indisciplina em meio escolar da Comissão de Educação, Ciência e Cultura da AR, o Dr João Freire pronunciou, em nome do SNP e por videoconferência,a comunicação que abaixo se transcreve, e que está também disponível no site da AR.

Boa tarde Exmas. Senhoras Deputadas e Senhores Deputados, demais presentes

O Sindicato Nacional dos Psicólogos agradece o convite que lhe foi dirigido, reiterando a importância e valor das posições das organizações de representação e defesa dos trabalhadores, como são os Sindicatos, no diálogo sobre as condições de vida e desenvolvimento do povo português em geral e na construção de uma escola pública inclusiva, para todos, em particular.
Entendemos que à Escola de hoje se exige autonomia e capacidade de uma resposta integrada e congruente que, por um lado, respeite o desenvolvimento idiossincrático de cada aluno mas, por outro, valorize a necessidade de socialização democrática, da construção do respeito entre e por todos os demais cidadãos. Responder às necessidades dos diversos agentes de uma comunidade educativa exige, por isso, uma reaprendizagem de estratégias de negociação, uma vez que não é possível (como se calhar nunca foi) assumir o papel da escola enquanto transmissora simples de conhecimentos. Assim, emerge a noção de que o indivíduo se constrói com base no que aprende, como aprende, com quem, quando e porquê. Os saberes não se guardam em livros, não se esgotam nas salas de aula e não se adiam até qualquer dia. Percebem-se no mundo em redor e se não adquirirem significado, perder-se-ão.