Conforme foi comunicado, no passado dia 20 de Junho de 2016 foi publicada a alteração à Lei n.º 35/2014 de 20 de Junho, a qual veio proceder à alteração do período normal de trabalho dos trabalhadores com contrato de trabalho em funções públicas, nomeadamente quanto ao disposto nos artigos 103.º, 105.º, 111.º e 112.º, o qual passará, já a partir do dia 1 de Julho de 2016, a ser de 7 horas de trabalho por dia e 35 horas de trabalho por semana.
28/06/2016
Comunicado aos trabalhadores, com Contrato de Trabalho em Funções Públicas, a propósito das alterações à Lei n.º 35/2014 de 20 de Junho
Conforme foi comunicado, no passado dia 20 de Junho de 2016 foi publicada a alteração à Lei n.º 35/2014 de 20 de Junho, a qual veio proceder à alteração do período normal de trabalho dos trabalhadores com contrato de trabalho em funções públicas, nomeadamente quanto ao disposto nos artigos 103.º, 105.º, 111.º e 112.º, o qual passará, já a partir do dia 1 de Julho de 2016, a ser de 7 horas de trabalho por dia e 35 horas de trabalho por semana.
21/06/2016
Lei que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho semanal dos trabalhadores em funções publicas foi publicada
A Direcção Nacional
16/06/2016
Manifestação - Em Defesa da Escola Pública | Lisboa | 18 de Junho | 14:00
O bem público foi alvo de um cerrado ataque durante décadas pela mão de Governos que, de forma mais ou menos mascarada, tentaram construir a imagem de que um Estado é um estorvo. Ele é um estorvo, de facto, mas apenas para quem vê bloqueados os interesses próprios que surgem do ataque ao outro!
A Escola Pública não foi alheia a este ataque! O princípio elementar da Educação de Qualidade, inclusiva, para todos, foi sendo escamoteado com visões cuja missão não era mais do que simultaneamente favorecer fortes e desproteger fracos, fossem eles trabalhadores, alunos ou famílias.
Defender a Escola Pública é precisamente determinar com coragem e veemência que todas as crianças têm de ter lugar numa escola pública. Defender a escola pública é protegê-la das negociatas que a depauperaram de alunos, com tantas falsas promessas de maior qualidade, como se a escola do Estado fosse a escola onde tudo é mal feito.
Ao Sindicato Nacional dos Psicólogos não é alheia a necessidade de lutar pelo direito fundamental à Educação. No dia 18 de junho estaremos em Lisboa, na grande manifestação em defesa da Escola Pública! Porque os psicólogos são fundamentais nas escolas públicas, defendê-la-ão em solidariedade e unidade com outros trabalhadores, com as comunidades educativas, pelos alunos e por uma Educação verdadeiramente inclusiva!
Participa, organiza-te, luta, sindicaliza-te!
09/06/2016
Reunião com os Secretários de Estado da Educação – 31 de maio de 2016
27/05/2016
Posição do SNP sobre a atribuição do Subsídio de Educação Especial
O Sindicato Nacional dos Psicólogos congratula os Grupos Parlamentares do PCP, BE e PS pela aprovação do Projeto de Resolução sobre a atribuição do Subsídio de Educação Especial.
O SNP lamenta ter assistido, pela iniciativa do anterior governo, à desregulação de um sistema que, embora com falhas a apontar, dava uma resposta mais alargada a uma camada da população extremamente fragilizada, como são as pessoas com deficiência e com necessidades educativas especiais.
Para além da depauperação do Serviço Nacional de Saúde e da Escola Pública, o anterior governo conseguiu ainda, através do protocolo ilegal com a Segurança Social, reduzir o número de beneficiários do Subsídio de Educação Especial, e tudo leva a crer que esse terá sido precisamente o objetivo do referido protocolo. Desta forma, colocaram em causa direitos fundamentais da população com deficiência, o que conduziu um imenso número de famílias a assistirem ao retrocesso nas competências e capacidades dos seus entes queridos. Esta medida levou ainda à degradação das condições de trabalho dos profissionais que prestam serviços a esta população, nos quais se incluem os psicólogos.
O SNP considera que é através do reforço dos serviços públicos de saúde e educativos que os apoios às pessoas com deficiência devem ser prestados, para que se proporcione uma resposta clínica e educativa de forma integrada e se promova a efetiva inclusão e coesão sociais.
O SNP considera ainda que a resposta com dignidade que se deve às pessoas com deficiência só será possível com um aumento do número de psicólogos nas escolas e nos serviços públicos de saúde, acompanhado por melhores condições de trabalho para estes profissionais, tal como temos defendido em diversas iniciativas, de que são exemplo a construção do Caderno Reivindicativo dos Psicólogos Escolares ou os plenários realizados com trabalhadores do SNS.
O Projeto de Resolução supramencionado vem finalmente repor o que é seu de direito. Porém, o SNP lamenta que não tenha avançado o ressarcimento dos subsídios indeferidos indevidamente pelo anterior governo, que teria sido uma forma mais do que justa de compensar as famílias destas crianças e jovens pela situação em que foram colocadas. Contudo, o SNP saúda a aprovação deste Projeto de Resolução, considerando que virá proporcionar uma resposta mais eficaz às necessidades das crianças e jovens com deficiência, que sairía ainda mais reforçada com a progressiva melhoria dos serviços públicos de educação e saúde.
17/05/2016
Carta aberta aos psicólogos de Portugal
Os Psicólogos em Portugal não têm uma história antiga, é verdade. Mas têm cinco décadas de vida, cinco décadas em que o próprio país se transformou muito. Soubemos transformar, como trabalhadores, a ciência, a vida de milhões de pessoas e mesmo em arritmias constantes impostas por leis ou pela ausência delas - na saúde, na educação, nos locais de trabalho - fizemos progredir a Psicologia em Portugal.
O SNP - Sindicato Nacional dos Psicólogos - a mais antiga instituição de representação de Psicólogos em Portugal não é, como nunca foi, alheio às condições objetivas de trabalho dos Psicólogos no nosso país. É verdade que, como outros trabalhadores, os Psicólogos são vítimas da precariedade e da desregulação laboral, com taxas de desemprego elevadíssimas e insustentáveis.
Os últimos anos, em consequência da crise imposta por interesses externos e nacionais que em nada derivam da incapacidade do país crescer mas antes da vontade de nos manter presos à condição, foram agravados por medidas que limitam o acesso à profissão e que sempre temos denunciado, como a necessidade de realização de estágio profissional para se poder exercer a profissão.
No entanto, somos uma organização de luta e sabemos que nunca foi fácil conquistar direitos nem tão pouco mantê-los. A História ensinou-nos que foi sempre a união que nos deu a força e não a divisão, onde há Psicólogos de primeira ou de segunda classe.
Nesta semana de luta promovida pela CGTP - Intersindical Nacional - na qual o SNP se integra, escrevemos esta carta a todos os Psicólogos e Psicólogas, reforçando que a precariedade não é nem tem de ser condição. Queremos e podemos ser mais fortes, unidos! A participação de cada um, no seu local de trabalho, com outros trabalhadores e principalmente, com o seu Sindicato, foi, é e será sempre a necessidade maior para que a nossa voz tenha força e a nossa luta resultados.
O SNP
29/04/2016
1º de Maio: SNP (sempre) presente!
- No Porto, às 15.00 na Avenida dos Aliados (procura a faixa do SNP ou liga para o 914105372, para nos encontrares)
- Em Lisboa, às 14.30 no Martim Moniz, em frente ao Centro Comercial da Mouraria.



