25/05/2017

Reunião Sindical - Psicólogos Escolares - 29 de maio - 16h30m - Casa Sindical do Porto

O Sindicato Nacional dos Psicólogos convida os psicólogos escolares a estarem presentes numa reunião a realizar no dia 29 de maio, às 16h30m, na Casa Sindical do Porto (Rua Padre António Vieira, 195 - Metro Campanhã - mapa em https://goo.gl/Kb92Z9).

O SNP apela à participação de todos na reflexão sobre questões relativas à contratação de psicólogos em contexto escolar.

Junta-te ao teu sindicato e dá força a este coletivo, através da participação nesta iniciativa!

Por um Sindicato + Forte, + Participação, + SNP, + Direitos!

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O SNP apela à greve dos trabalhadores em funções públicas!

Pelo fim da precariedade, pelo fim da disparidade contratual dos psicólogos do sector da Saúde e pelo direito a um concurso nacional de colocação dos psicólogos no sector da Educação!

Pelo aumento do número de psicólogos para um serviço público de qualidade!



Junta-te à luta, junta-te ao SNP!

Por um Sindicato + Forte, + Participação, + SNP, + Direitos!

23/05/2017

Parecer do SNP sobre Projeto de Lei do PCP



O PCP apresentou recentemente o Projeto de Lei 468/XIII, que "Define o Regime jurídico da psicologia em contexto escolar e a contratação e colocação de psicólogos nos estabelecimentos públicos de ensino", tendo este baixado à Comissão de Educação e Ciência.

No passado dia 4 esta Comissão deliberou por unanimidade que o documento se encontra em condições de ser apreciado, discutido e votado no Plenário da Assembleia da República, pelo que no dia 8 foi remetido à Presidência da Assembleia para esse efeito.

Na oportunidade, o SNP entende tornar público o Parecer que emitiu sobre o referido Projeto de Lei, e em que, saudando o PCP pela iniciativa, pela luta por uma modalidade justa de contratação e pela defesa dos direitos dos psicólogos escolares, chama a atenção para alguns aspetos que em nossa opinião carecem de melhor esclarecimento e correções.

15/05/2017

NOTA INFORMATIVA - SOBRE O PREVPAP

O Sindicato Nacional de Psicólogos posiciona-se em unidade com a CGTP – Intersindical Nacional, reconhecendo as fragilidades do Programa de Regularização Extraordinária de Vínculos Precários da Administração Pública.

Consideramos que a portaria, ao colocar o ónus no trabalhador que é obrigado a concorrer para obter a regularização do seu vínculo, não só representa uma responsabilidade indevida ao mesmo como poderá resultar numa terrível injustiça, uma vez que o concurso não garante a efetiva vinculação. Defendemos que TODOS os trabalhadores da administração pública e do setor empresarial do estado, se estão contratados e se são necessários, merecem, de forma linear, o direito ao vínculo laboral de que se veem privados por vezes hà décadas!

Os psicólogos em Portugal, uma classe profissional cujo reconhecimento e necessidade são merecidos em todos os setores da administração pública não deviam precisar de passar por mais um concurso, na expectativa de obterem um posto de trabalho permanente!

Não obstante, porque reconhecemos que pela luta é que lá vamos, apoiaremos todos os associados do SNP no processo de candidatura e demais consequências – legais e/ ou laborais – daí advindas.

O concurso, cuja data de abertura é hoje, dia 11 de maio, implicará que cada trabalhador se autoproponha ao posto de trabalho que atualmente ocupa. Instamos, por isso, que todos os trabalhadores que pretendam a vinculação não deixem de lutar pelo direito à estabilidade! Apelamos ainda que todos juntemos as nossas vozes e, em torno do movimento sindical unitário e do SNP, levemos a nossa luta até que todos os psicólogos obtenham a sua merecida conquista!

Por um SNP mais forte, + Participação, + SNP, + Direitos

NOTA INFORMATIVA - Reunião com a Secretaria de Estado Adjunta da Educação – 10 de maio de 2017



O Sindicato Nacional dos Psicólogos reuniu nesta quarta-feira, dia 10 de maio, com a Senhora Secretária de Estado da Educação Adjunta, Drª. Alexandra Leitão, no sentido de discutir e propor alterações ao modelo de contratação dos psicólogos nas escolas públicas.

Recordamos que há cerca de 1 ano tivemos a oportunidade de discutir o Caderno Reivindicativo dos Psicólogos Escolares, por nós entregue em 2014. Nessa reunião marcámos as já conhecidas e sempre defendidas propostas do SNP, especialmente no que ao modelo de contratação diz respeito. Opusemo-nos ao modelo de contratação de escola e frisámos ser inconcebível a ausência dos psicólogos no início do ano escolar. Se, por um lado os psicólogos continuaram a ser contratados por oferta de escola, esse concurso deu-se mais cedo e foi ainda desbloqueada a incompreensível situação de impossibilidade de acumulação de dois meios horários.

Esta quarta-feira, voltámos a insistir na incompatibilidade do modelo de oferta de escola e a necessidade de contratação permanente de psicólogos, afetos ao quadro de escola. De forma a suprir as restantes necessidades, defendemos, à semelhança do que é proporcionado aos professores, um concurso nacional, que não seja baseado no concurso escola a escola com a elaboração de um portefólio e dezenas de ridículas entrevistas, muitas das quais servem apenas para cumprir a legalidade do ato e que em tantas circunstâncias nem isso garantem.

Defendemos, assim, o fim da oferta de escola como regra para os psicólogos no sistema educativo. Marcámos de forma linear a importância dos psicólogos nas escolas portuguesas e a urgência destes trabalhadores usufruírem de dignidade na sua profissão e carreira, ao qual não é alheia também a necessidade de mobilidade pedida por alguns psicólogos que se veem privados desse direito há duas décadas, simplesmente porque não abriram concursos desde então.

Obtivemos o compromisso de que todas estas propostas serão avaliadas. Obtivemos o compromisso de que é objetivo desta secretaria de estado propor a afetação dos psicólogos às escolas, com vínculos permanentes. Obtivemos o compromisso de avaliação da possibilidade de substituição do sistema de oferta de escola por um concurso nacional, que respeite a graduação profissional e não modelos de portefólios decididos por cada escola, o que na prática se traduz no suplício bem conhecido pelos psicólogos que anualmente concorrem. Obtivemos ainda o compromisso de, a avançar um concurso nacional, que este contemple o direito à mobilidade dos trabalhadores já vinculados que assim o pretendam, respeitando a lei de Trabalho em Funções Públicas.

Estamos mais próximos do que nunca de conseguir que os psicólogos escolares retomem a dignidade que um vínculo permanente garante! De forma inédita, esperamos pela primeira vez que o Ministério da Educação acabe com a oferta de escola para os psicólogos, respeitando uma modalidade de contratação digna e muito mais transparente!

Estas conquistas só serão possíveis com a luta em torno do movimento sindical unitário, em conjunto com o Sindicato Nacional dos Psicólogos! Por um SNP mais forte, organiza-te, luta, sindicaliza-te!



Por um Sindicato + Forte, + Participação, + SNP, + Direitos!

02/05/2017

Psicólogos em contexto escolar e Educação Especial

A Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência lançou recentemente dados relativos ao número de alunas(os) que integra a Educação Especial e à quantificação dos apoios prestados.

Em relação ao ano letivo passado, não se verificaram alterações significativas em relação ao rácio psicólogo(a)/aluno(a) e ao número de horas que cada um(a) destes(as) trabalhadores(as) dedica em média a cada criança ou jovem.

Através destes dados, e não sendo este o objetivo da recolha estatística da DGEEC, não se obtêm contudo informações sobre quais as condições laborais das(os) psicólogas(os) em meio escolar e quais as reais necessidades deste grupo de alunas(os).

Todavia, tal como o SNP tem denunciado, é do conhecimento geral que os serviços de psicologia continuam a ser maioritariamente assegurados por trabalhadores(as) em part-time, contratados de forma precária para necessidades permanentemente temporárias e/ou sem condições dignas de trabalho, onde, por exemplo, fazer as refeições em viagem é uma realidade, as remunerações são desadequadas à experiência das(os) profissionais e as carreiras (quando existem) não são revistas há anos.

 

Por um trabalho digno, + reivindicação, + união, + SNP!


07/04/2017

Assembleia Geral do SNP - 22.4.2017, 14h

Vítor Hugo Ferreira da Silva, Presidente da Mesa da Assembleia do Sindicato Nacional dos Psicólogos, convoca, conforme estatuído no artigo 32º dos Estatutos do Sindicato Nacional dos Psicólogos, uma Assembleia Geral Ordinária, para o dia 22 de Abril de 2017, pelas 14 horas, nas instalações do Sindicato, sito na Rua Jardim do Tabaco, nº 90 – 2º Dto. em Lisboa, com a seguinte ordem de trabalhos:
  1. Aprovação do Relatório e Contas referente ao exercício de 2016;
  2. Aprovação do Orçamento Geral para 2017.
A Assembleia Geral Ordinária tem início à hora marcada, nas instalações do Sindicato Nacional dos Psicólogos

Lisboa 06 de Abril de 2017

O Presidente da Mesa da
Assembleia Geral
Vítor Hugo Ferreira Silva


27/03/2017

28 de Março - Manifestação Nacional da Juventude Trabalhadora

28 de Março
O tempo é hoje!
Manifestação Nacional da Juventude Trabalhadora
Vencer a precariedade, defender os nossos direitos!
15 horas - Praça da Figueira > Assembleia da República



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21/03/2017

Reunião Sindical na Casa Sindical do Porto

No passado dia 10 de Março de 2017 foi realizada uma reunião com psicólogos escolares, na Casa Sindical do Porto.
Foi realizado o ponto de situação relativo às diligências que têm vindo a ser efetuadas pelo SNP no sentido de melhorar as condições laborais dos psicólogos escolares, destacando-se o pedido de reunião com a Secretária de Estado Adjunta da Educação, já agendada.
Foi também apresentada e discutida a proposta do SNP para alteração do Referencial Técnico para os Psicólogos Escolares elaborado pela DGE, sendo salientadas questões como a necessidade de formação suportada pela tutela, a realização de concurso de efetivação, e maior uniformização de procedimentos e condições de trabalho.
O SNP continuará a defender os psicólogos, apelando ainda a uma maior mobilização dos mesmos na discussão das questões laborais.

+ Participação, + SNP, + Direitos

08/03/2017

Semana da Igualdade: Conciliação da vida profissional com a vida familiar e pessoal


Reunião Sindical - sexta-feira, dia 10 de Março - Casa Sindical do Porto (Campanhã)

O Sindicato Nacional dos Psicólogos tem estado na linha da frente da luta por condições dignas de trabalho dos psicólogos em contexto escolar. Levamos o Caderno Reivindicativo dos Psicólogos Escolares à discussão em audiências com os vários grupos parlamentares e com representantes do Ministério da Educação, pela defesa dos direitos dos psicólogos mas também de um melhor serviço às comunidades escolares.

Todas as conquistas que têm sido possíveis (como a correção do índice remuneratório ou a possiblidade de acumulação de dois meios horários na contratação de escolas) são-no pela unidade de todos/as os/as psicólogos/as e pelo trabalho coletivo que tem sido desenvolvido ao longo dos anos pelo SNP.

A participação de todos/as é fundamental para a discussão, e só um grande coletivo mobilizado conseguirá os avanços necessários.

Convidamos todo/as a participarem na reunião sindical que se irá realizar dia 10 de março, sexta-feira, às 16 horas, na Casa Sindical do Porto, onde serão discutidas, entre outras, questões relativas à contratação e ao Referencial Técnico para os Psicólogos Escolares.

Por um SNP mais forte, mais unido e mais participado, contamos com todos/as!

06/03/2017

Semana da Igualdade: Igualdade salarial entre mulheres e homens

6 a 10/Março - Semana da Igualdade | Dia Internacional da Mulher





As lutas e greves das mulheres contra os horários de 16 horas diárias e salários de miséria nas fábricas, pelo direito de voto pela melhoria das condições de vida e de trabalho, pela igualdade e o fim das discriminações, ganharam maiores dimensões a partir dos finais do século XIX.
Muito foi feito. Cabe-nos fazer mais e melhor, pois a igualdade de oportunidades e de tratamento não está consolidada.



15/02/2017

Nota da Frente Comum à CS



EM FRENTE, EM COMUM, EM DEFESA DAS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO


O atual Governo pretende aprofundar o processo de municipalização das competências da Administração Central, a que o governo PSD/CDS-PP tinha dado grande alento, transferindo as funções sociais que lhe são constitucionalmente atribuídas, mais uma vez sem a necessária discussão com os trabalhadores e as suas organizações representativas.

A Administração Pública é essencial na garantia do acesso dos cidadãos ao exercício e concretização dos seus direitos fundamentais. Estão em causa direitos sociais como a Saúde, a Educação, a Segurança Social, a Cultura, entre outros, face aos ataques que têm sido desencadeados por sucessivos governos às funções sociais do Estado e à sua prestação e que o processo de municipalização não vem defender.

Os trabalhadores da Administração Pública têm sido o alvo principal desses ataques como forma de desinvestir nos serviços e de provocar o seu desmantelamento, com vista ao objetivo central da reconfiguração do Estado, incluindo a destruição e privatização das suas funções sociais e dos serviços públicos.

É neste contexto de desvalorização do papel dos serviços públicos que se junta um processo de municipalização de funções sociais do Estado que pretende o aprofundamento da sua destruição enquanto funções ao serviço da Democracia e do Povo, abrindo caminho para a sua privatização e cujas consequências, alcance e gravidade para os trabalhadores e populações são de difícil previsão.

A Saúde, a Educação, a Segurança Social e a Cultura são estruturantes para a qualidade de vida das pessoas, pelo que se exige o fim imediato de todo este processo, que viola gravemente princípios constitucionais, como o princípio da igualdade e da proporcionalidade, se traduz num abuso intolerável do exercício do poder legislativo e que está a decorrer à revelia dos trabalhadores e das populações.

A Frente Comum exige a suspensão imediata dos processos de municipalização das funções sociais do Estado, mantendo-as sob a responsabilidade do Estado Central, em cumprimento da Constituição da República Portuguesa.

Esta matéria, pela sua importância, deve ser obrigatoriamente objeto de consulta pública e garantida, nomeadamente, a participação das estruturas representativas dos trabalhadores nos termos previstos na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas considerando que, nos termos da citada Lei, estamos perante uma matéria de negociação coletiva obrigatória.

A Frente Comum pugna pela defesa intransigente da universalidade das funções sociais do Estado como condição da igualdade dos cidadãos. Significa que o Estado – Administração Central deve manter para si os poderes que lhe permitam promover o desenvolvimento estrutural do País, ou seja, os poderes que viabilizam a igualdade de tratamento e de direitos dos cidadãos nos domínios económico, social e cultural. Nenhum processo de descentralização de competências pode avançar sem as necessárias discussão pública e negociação com as organizações representativas dos trabalhadores.

10/02/2017

É PRECISO IR MAIS ALÉM NO COMBATE AO DESEMPREGO E À PRECARIEDADE | Comunicado de Imprensa da CGTP

Os dados publicados pelo INE indicam que em 2016 o desemprego desceu e o emprego aumentou. Sendo de registar a redução do desemprego, constata-se que ainda há muito a fazer para pôr termo a um flagelo que continua a fustigar um número significativo de trabalhadores e famílias.

No que respeita ao crescimento do emprego, este continua muito aquém do necessário e possível. Em 2016 foram criados somente 56,5 mil postos de trabalho em termos líquidos, o que significa um aumento de apenas 1,2% em termos anuais, sendo que entre os jovens dos 25 aos 34 anos houve uma diminuição de 2%, fazendo com que muitos continuem a recorrer à emigração.

Por outro lado, verifica-se uma contínua degradação da qualidade do emprego. No ano passado havia 844 milhares de trabalhadores com vínculos precários, segundo o INE, correspondendo a 22,3% dos assalariados, mas o número real será superior a 1 milhão. O facto de 4 em cada 5 novos contratos serem precários, está na origem de mais de 43% das novas inscrições nos centros de emprego. Acresce que a precariedade, afectando trabalhadores de todas as idades, continua a ter uma maior incidência (66%) sobre os mais jovens.

Neste quadro, e apesar de um ligeiro decréscimo do desemprego de longa duração, este continua a atingir 62% dos trabalhadores, o que aliado ao esgotamento do tempo de atribuição das prestações de desemprego faz com que a taxa de cobertura tenha diminuído novamente em 2016. Esta quebra é também resultado de mudanças legislativas de 2012 que cortaram os tempos máximos de atribuição e que não foram até agora alteradas. Com efeito, é preocupante que menos de 28% do número real de desempregados beneficie de protecção no desemprego, quando em 2011 a mesma percentagem era de 33% e já nessa altura era claramente insuficiente.

A resolução do problema do desemprego é indissociável da ruptura com o modelo de baixos salários e trabalho precário e da implementação de uma política que invista na produção nacional, na distribuição da riqueza, no aumento da procura interna, no crescimento sustentado da economia e na criação de emprego estável, seguro e com direitos.

Este é o tempo de se fazer opções, valorizando o trabalho e os trabalhadores!

Saudações Sindicais,

Arménio Carlos

Secretário-Geral da CGTP