17/11/2017
SNP celebra acordo de empresa com o Colégio Valsassina
15/11/2017
Novo prazo PREVPAP – Programa de regularização de vínculos precários na Administração Pública e no Sector Empresarial do Estado
A todos os trabalhadores em situação de vínculo precário na administração pública e setor empresarial do estado, satisfazendo necessidades permanentes de prestação de trabalho.
Novo prazo PREVPAP – programa de regularização de vínculos precários na Administração Pública e no Sector Empresarial do Estado
Se ainda o não fizeram, nos termos da portaria 331/2017 que altera a portaria 150/2017, o SNP informa que devem apresentar requerimento solicitando a regularização do vínculo de trabalho, a submeter ao programa de regularização dos vínculos precários na Administração Pública e no Sector Empresarial do Estado (PREVPAP), até ao próximo dia 17.
O Sindicato Nacional dos Psicólogos continuará a exigir que a um posto de trabalho permanente corresponda um vínculo de trabalho efectivo.
Apelamos também à participação de todos, na
Manifestação Nacional de
18 de Novembro!
A Direção do SNP
14/11/2017
Gande Manifestação neste sábado, 18 de Novembro!
Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores!
Todos quantos têm obrigação e vontade de participar devem fazê-lo!
Queremos uma Manifestação animada e alegre, firme e combativa, que dê visibilidade às situações e reivindicações dos trabalhadores, com muitos panos, pancartas e bandeiras!
Em cada Distrito estão a ser preparados transportes para que todos possam participar!
Valorizando os avanços na recuperação de direitos e devolução de rendimentos aos trabalhadores, entendemos que é necessário acelerar esse processo e romper definitivamente com as politicas do passado que continuam a prejudicar o País e a dificultar a vida ao povo e aos trabalhadores.
É necessário avançar na resolução de problemas estruturais como a precariedade, é necessário dinamizar a contratação colectiva, é necessário um aumento geral dos salários, é necessário o aumento do salário mínimo para os 600€ em 2018, é necessário lutar pela redução dos horários de trabalho para as 35 horas semanais.
Ministério da Educação e direitos das mulheres
No passado dia 13 de outubro o SNP enviou um ofício para a DGESTE a pedir uma tomada de posição quanto à falta de respeito pelos direitos das mulheres por parte do Ministério da Educação.
Já no passado ano letivo o SNP alertou a tutela para a falta de aceitação dos pedidos de substituição das trabalhadoras com gravidez de risco ou a usufruir de licença de maternidade e as consequências desta conduta.
Para além da privação do acesso a serviços de psicologia por parte das comunidades educativas, o ME coloca em causa os princípios da igualdade de género e o direito das mulheres em conciliar a vida pessoal com a vida profissional.
O SNP informou igualmente a Autoridade para as Condições de Trabalho e a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego.
Quanto à ACT fomos informados que não há lugar à sua intervenção, "face aos poderes e competências que se lhe encontram acometidos nos termos da Lei Orgânica - Decreto Regulamentar n.º 47/2012 de 31 de julho – art.º 2.".
No que se refere à CITE, lamentamos a ausência de resposta e falta de implicação num assunto que abrange as suas principais atribuições, nomeadamente "prosseguir: a igualdade e a não discriminação entre mulheres e homens no mundo laboral; a proteção na parentalidade; a conciliação da vida profissional, familiar e pessoal" (in cite.gov.pt).
Neste momento, continuamos a aguardar uma resposta da DGESTE e sobretudo uma atitude do ME que ponha fim, de uma vez por todas, a esta prática incompreensível e inaceitável nos dias que correm.
Salientamos ainda que continuaremos a lutar para reverter esta situação, com os meios ao nosso dispor. É essencial que todas as trabalhadoras lesadas se pronunciem denunciando esta prática.
09/10/2017
Comunicado da Frente Comum - Greve Nacional de 27 de Outubro
-A inexistência de aumentos salariais e o congelamento da progressão nas carreiras.
Há demasiados anos que os trabalhadores da Administração Pública não vêm um tostão de aumento anual do seu salário e, por mais experiência e qualificação que tenham, a sua progressão está vedada. Recusamos continuar ser os alvos escolhidos para pagar os juros milionários das PPP e das imposições da Troika. Estamos perante opções políticas e não inevitabilidades!
Ao mesmo tempo que o Governo antecipa o pagamento dos juros da dívida e reduz o défice, os problemas dos trabalhadores mantêm-se.
Os trabalhadores da Administração Pública não têm qualquer aumento desde 2009; a esmagadora maioria dos trabalhadores não tem alteração da posição remuneratória desde 2005; as pensões mínimas tiveram aumentos pouco significativos (as mais baixas 4 cêntimos/dia) e as pensões superiores a 628,83€ continuaram congeladas desde 2010.
Assim não pode ser!
-Estabilidade no emprego e um combate sério à precariedade!
O PREVPAP ameaça , cada vez mais, tornar-se um instrumento desadequado não para integrar mas para despedir trabalhadores. A Administração Pública tem carências graves de pessoal e, por isso, é necessário:
- a reposição do vínculo de nomeação para todos os trabalhadores;
- a imediata abertura de concurso com base nas listagens dos serviços, para todos os trabalhadores com vínculo precário que exerçam funções permanentes;
- o fim da proibição da contratação de trabalhadores na Administração Pública;
- que nenhum trabalhador seja despedido na sequência do PREVPAP.
-Somos trabalhadores que garantem que todos os dias são cumpridos os direitos fundamentais das populações.
Temos direito à dignidade. Direito à carreira. Direito à valorização, dos salários e das pensões.
Lutámos e lutaremos pelo aumento do salário 4% com o mínimo de 60€ por trabalhador e pelo aumento das pensões!
Lutámos e lutaremos pelas 35 horas para todos!
Lutámos e lutaremos pelo descongelamento das progressões nas carreiras para todos e ao mesmo tempo — recusamos a distinção entre trabalhadores.
Lutámos e lutaremos pelo vínculo de nomeação e contra a precariedade no trabalho e na vida.
Lutámos e lutaremos contra a municipalização das funções sociais do Estado.
Pelos nossos direitos. Pela nossa dignidade. Pela dignidade de todos! Melhores serviços públicos são mais e melhores direitos de e para todos.
LUTAI ADERE! MOBILIZA! FAZ OUVIR A TUA VOZ!
Comunicado aos Trabalhadores da SCML
SINDICATO DOS FISIOTERAPEUTAS PORTUGUESES
SINDICATO DOS PROFESSORES DA GRANDE LISBOA
SINDICATO DOS TRABALHADORES EM FUNÇÕES PÚBLICAS E SOCIAIS DO NORTE
SINDICATO DOS TRABALHADORES EM FUNÇÕES PÚBLICAS E SOCIAIS DO SUL E REGIÕES AUTÓNOMAS
SINDICATO NACIONAL DOS PSICÓLOGOS
SINDICATO NACIONAL DOS TÉCN. SUPERIORES DE SAÚDE DAS ÁREAS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA
SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES DAS TELECOMUNICAÇÕES E AUDIOVISUAL
Após publicação do AE subscrito pelos sindicatos acima e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) continuamos a aguardar a resolução de alguns aspetos que foram acordados.
Temos acompanhado os desenvolvimentos e após divulgação do comunicado do Provedor e da Mesa solicitámos reunião com o objetivo de clarificar procedimentos e resultados dos compromissos assumidos no ato de subscrição do AE.
Na sequência da reunião os Sindicatos solicitaram esclarecimentos sobre o atraso no cumprimento da implementação das regras do acordo quanto às carreias profissionais e os efeitos da progressão nos seus contratos. Neste sentido, os representantes da SCML informaram que a dificuldade de atualização prende-se com questões de organização e a data da comunicação do Sr Provedor quanto à deliberação da Mesa, no que respeita à progressão.
Reafirmada a nossa posição de análise e acompanhamento de todas as situações de desigualdade resultantes da conjugação da progressão, decidida pelo Provedor com a integração na nova carreira profissional a SCML compromete-se com essa discussão, de modo a ser possível que todos os trabalhadores vejam alguma recuperação salarial provocada pela manifesta injustiça ilegalidade que foi o congelamento das carreiras profissionais.
Aguarda-se nomeadamente o catálogo de profissões existentes na SCML, para o qual enviámos contributos e os guias previstos no AE.
Continuamos a reivindicar a atualização do valor remuneratório das tabelas, uma vez que o mesmo não acontece desde 2010.
A nossa postura de acompanhamento e o vosso apoio é fundamental na luta por melhores condições de trabalho.
Comunicado disponível em PDF aqui.
Frente Comum exige integração de todos os trabalhadores com funções permanentes
A Frente Comum exige que todos os trabalhadores com funções permanentes na Administração Pública sejam integrados.
Como a Frente Comum tem denunciado, desde o início do processo, e o tempo tem vindo a demonstrar, o objetivo do Governo está longe de ser o do propalado combate decidido à precariedade; mais do que isso, o programa lançado, alegadamente com tal objetivo, ameaça tornar-se num instrumento, não para integrar, mas para despedir trabalhadores! A Proposta de Lei n.2 91/XIII veio apenas confirmar os piores receios da Frente Comum: depois das muitas orientações para diminuir o número de trabalhadores a abranger, o Governo e o PS continuam a defender, para os que não concorrerem, o despedimento imediato!
As propostas apresentadas por outros partidos — BE, PCP e PEV — resolveriam, efetivamente, o problema da precariedade e vão ao encontro ao que a Frente Comum sempre exigiu:
- Possibilidade de que todos os trabalhadores com vínculo precário que desempenhem tarefas permanentes concorram;
- Não exclusão de qualquer trabalhador, como o que tem vindo a acontecer com os professores, bolseiros, estagiários, trabalhadores contratados à hora e tantos outros;
- Avanço rápido e imediato do processo nos âmbitos do poder local e das regiões autónomas;
- Elaboração, pelos serviços, das listagens de todos os vínculos precários, instrumentos de base para a abertura de vagas para os concursos.
A Proposta de Lei, para além da perspetiva inaceitável de despedimento de quem, por hipótese, não se candidatar, acaba por legitimar a própria precariedade, permitindo a continuidade de situações de contratos à hora, avenças, bolsas, contratos emprego-inserção e outros para o desempenho de tarefas permanentes uma vez que a Portaria só aceita casos compreendidos entre 1 de Janeiro e 4 de Maio, existindo contratações anteriores e posteriores nestes termos e continuando a proibição de abertura de concursos nos serviços.
A excessiva burocratização deste procedimento, a par das restrições impostas aos sindicatos no acesso à informação, deixa ainda antever que muito dificilmente o processo estará concluído antes de Dezembro.
A responsabilidade da contratação precária e ilegal é do Estado e cabe, assim, ao Estado, pôr em prática um mecanismo célere e eficaz para regularizar a situação e que, simultaneamente, impeça que prossigam os extensos abusos no recurso à precariedade laborai, abrindo concursos e dignificando as carreiras e os salários.



