06/03/2019

Assembleia Geral do SNP - 16.3.2019, 14:30

Vítor Hugo Ferreira da Silva, presidente da Mesa da Assembleia do Sindicato Nacional dos Psicólogos, convoca, conforme estatuído no artigo 32.° dos Estatutos do Sindicato Nacional dos Psicólogos, uma Assembleia Geral Ordinária, para o dia 16 de Março de 2019, pelas 14.30 horas, nas instalações do Sindicato, sito na Rua Jardim do Tabaco, n.° 90 - 2.° Dto., em Lisboa, com a seguinte ordem de trabalhos:

  • Aprovação do Relatório e Contas referente ao exercício de 2018;
  • Aprovação do Orçamento Geral para 2019. 

A Assembleia Geral Ordinária tem início à hora marcada, nas instalações do Sindicato Nacional dos Psicólogos.

Lisboa 4 de Março de 2019
O presidente da Mesa da Assembleia Geral
Vítor Hugo Ferreira Silva

 

14/02/2019

Faleceu Victor Cláudio

Foi com enorme pesar que o Sindicato Nacional dos Psicólogos teve conhecimento da morte do colega e ex-dirigente sindical, Victor Cláudio.

Dirigimos as nossas condolências à família e amigos do homem que dedicou a sua vida à dignificação da classe profissional, lutando sempre por uma sociedade mais justa e democrática.

A Direção do SNP

30/01/2019

Assembleia Eleitoral - eleição dos Corpos Gerentes para o biénio 2019/2021 - 18.3.2019

Ao abrigo do artigo 75.°, alíneas a) e b) dos Estatutos, convoco a Assembleia Eleitoral para o dia 18 de março de 2019, para proceder à eleição dos Corpos Gerentes para o biénio 2019/2021.

A Assembleia Eleitoral funcionará na sede do Sindicato, sita à Rua Jardim do Tabaco, n.° 90 - 2.° Dto., em Lisboa e funcionará entre as 16 e as 19 horas.

Lisboa, 30 de janeiro de 2019
O presidente da Mesa da Assembleia Geral
Doutor Vítor Hugo Ferreira Silva

NOTA: a apresentação das candidaturas deverão ser entregues à Mesa da Assembleia Geral até 30 dias antes do ato eleitoral. 


13/11/2018

Manifestação Nacional da CGTP-IN - Lisboa - 15 de Novembro de 2018


Manifestação Nacional da CGTP-IN

dia 15 de Novembro de 2018

15 horas

Do Marquês de Pombal para os Restauradores

Inscrições: Tel/Fax - 218 880 046/E-mail - snp@snp.pt



No dia 15 de Novembro (quinta-feira), realiza-se em Lisboa, às 15h, entre o Marquês de Pombal e os Restauradores, uma MANIFESTAÇÃO NACIONAL, promovida pela CGTP-IN, sob o lema "Avançar nos Direitos, valorizar os trabalhadores".

Portugal continua a ser fustigado pelas desigualdades, com os lucros das grandes empresas a aumentar e a parte salarial a baixar, agravando injustiças na repartição do rendimento. Pese embora a evolução salarial registada em muitas empresas e sectores, no quadro do desenvolvimento da acção reivindicativa e da luta, os salários estão, em geral, praticamente estagnados e/ou congelados, desde logo na Administração Pública.

A participação dos psicólogos na manifestação é muito importante, não só pelo alcance reivindicativo (contratação de trabalhadores com vínculo precário, definição da carreira na Saúde, 35 horas para todos), mas, também, enquanto demonstração de unidade entre trabalhadores.

Neste sentido, a CGTP-IN, e os sindicatos nela filiados - de entre os quais, o Sindicato Nacional dos Psicólogos (SNP) - estão a organizar transportes.


Interessados deverão contactar a sede do SNP (Tel/Fax - 218 880 046/E-mail - snp@snp.pt).

Caso os psicólogos necessitem de justificar a falta, foram emitidos um conjunto de pré-avisos de greve, com esse objetivo, que cobrem os sectores da administração pública local (www.stal.pt/phocadownload/2018/Aviso_Previo%2015%20Nov.pdf), central e Instituições Particulares de Solidariedade Social (www.stfpsn.pt/sites/default/files/AvPrevGREVE15112018.pdf).


25/10/2018

Greve da Administração Pública - 26 de Outubro

Amanhã realiza-se mais uma greve da Função Pública, uma medida de luta necessária na defesa da valorização salarial, do combate à precariedade e pelo cumprimento das necessarias medidas de devolução dos direitos roubados aos funcionários publicos.
O SNP, que integra a Frente Comum, apela a todos os psicólogos da administração pública - escolas, hospitais, demais serviços da segurança social, tribunais, entre outros - a participar! Pelos teus direitos, pelos direitos de todos, adere à greve de amanhã, dia 26 de outubro!

30/07/2018

Comunicado Frente Comum - É urgente travar o processo de "descentralização"



Em comunicado dirigido aos trabalhadores da Administração Pública, a Frente Comum, da qual o SNP faz parte, esclarece o que pretende o Governo com o processo de "Descentralização" e qual a sua posição perante o mesmo.

O SNP alerta os trabalhadores a manterem-se informados, atentos e interventivos, aconselhando a leitura integral do documento do qual segue abaixo um resumo.

 

A Frente Comum entende que o atual Governo, partindo do alento dado pelo governo PSD/CDS-PP, quer concretizar o processo de transferência de competências da Administração Central sem a discussão com os trabalhadores e as suas organizações representativas, num processo de desresponsabilização de competências, nomeadamente na Educação, ensino e formação profissional; na Ação Social; na Saúde; na Cultura; no Património; na Habitação; nas Áreas portuário-marítimas e áreas urbanas de desenvolvimento turístico e económico não afetas à atividade portuária; na Gestão do território; nas Atividades marítimo-turísticas; nos Transportes e vias de comunicação; nas Estruturas de atendimento ao cidadão; no Policiamento de Proximidade; na Defesa do Consumidor; na Saúde animal; na Segurança contra incêndios; no Estacionamento público; nos Jogos de fortuna e azar.

A Frente Comum defende a afirmação e valorização da autonomia do Poder Local, em coerência com uma organização do Estado assente na descentralização administrativa, com capacidade de responder com maior eficácia às exigências que se colocam, de prestar melhor serviço público, contribuindo assim para a melhoria da qualidade e condições de vida das populações. Todavia, a Frente Comum vê neste processo uma tentativa de enfraquecimento do Poder Local Democrático, com propósito de entregar aos privados atividades suscetíveis de gerar grandes lucros com concessões a longo prazo, como sejam a água, o saneamento e os resíduos, ao mesmo tempo que o Estado Central se pretende livrar de áreas sociais geradoras de descontentamentos.

A verdadeira descentralização de competências deverá ainda ter como pressuposto base a regionalização, caso contrário assistir-se-à a uma mera municipalização, com transferência de responsabilidades e encargos que, como a experiência já demonstrou, não garante a universalidade dos serviços. Salienta-se ainda que a autonomia administrativa e financeira das autarquias é condição para o pleno exercício de atribuições e competências.

No que se refere concretamente aos trabalhodares da Administração Central, tal como noutros processos a que temos assistido, alguns trabalhadores têm transitado para os novos empregadores públicos de forma administrativa, violando o seu direito de opção, passando a ser altamente polivalentes e a ter que desempenhar tarefas que nada têm a ver com os seus conteúdos funcionais. Acresce que, como não são transferidas as verbas necessárias, os municípios poderão ser empurrados para recorrerem a prestações de serviços (recibos verdes), votando os trabalhadores a uma vida de baixos salários, precariedade e inexistência de direitos e abrindo também caminho para a privatização de serviços.

Tal abertura à privatização de serviços, como tem sido exemplo a educação e equipamentos sociais, onde pode existir a privatização de equipamentos públicos com a consequente extinção de postos de trabalho e desemprego dos trabalhadores por via da sua colocação em situação de «revalorização profissional»

 

Nenhum verdadeiro processo de descentralização de competências pode avançar sem as necessária discussão pública e negociação com as organizações representativas dos trabalhadores e sem um processo de regionalização, como prevê a Constituição da República Portuguesa.


A Frente Comum exige a suspensão imediata dos processos de suposta descentralização das funções sociais do Estado, mantendo-as sob a responsabilidade do Estado Central, em cumprimento da Constituição da República Portuguesa e a não entrada em vigor da lei.

16/07/2018

Tomada de posição sobre a contratação de psicólogos escolares para o ano letivo 2018/2019

No passado dia 9 de julho, em nota informativa (para mais informações consultar: https://www.dgae.mec.pt/blog/2018/07/09/pessoal-nao-docente-contratos-a-termo-extensao-dos-vinculos-contratuais/), a DGAE teceu esclarecimentos quanto à extensão do vínculo contratual do pessoal não docente com contrato a termo, onde se incluem os(as) psicólogos(as) escolares, permitindo a continuidade destes(as) nos seus atuais postos de trabalho.

Esta medida, ao invés de serenar, deve colocar os(as) psicólogos(as) ainda mais alerta, na medida em que:

a) continua por resolver a precariedade dos(as) psicólogos(as) nas escolas, pois cada vez mais se demonstra a ilusão que é o PREVPAP; 

b) a supramencionada nota informativa não é clara quanto à situação dos(as) psicólogos(as) que estão contratados(as) a meio tempo, dos(as) que estão com um regime "misto", ou seja, a meio tempo pelo POCH e a meio tempo pelo ME e daqueles(as) que foram reconduzidos(as) e se viram contratados(as) através do POCH sem perceberem como;

c) a extensão dos vínculos dos contratos, ainda que garantindo a estabilidade de quem fica no mesmo estabelecimento de ensino, não é a resposta mais justa, pois é feita sem igualdade de circunstâncias e sem previsibilidade inicial;

d) a redução ligeira de um rácio psicólogo(a)/alunos(as) que era muito mau não pode ser considerada como sendo uma medida extremamente positiva;

e) o SNP, desde o dia 23 de maio, continua a exigir ser ouvido quanto à carreira dos(as) psicólogos(as) escolares na sua dimensão específica de suprir as necessidades atuais através de concurso público, de finalização do processo PREVPAP mas tambem da audição dos(as) colegas na carreira, sem mobilidade, e numa perspetiva mais a longo prazo.

 

O SNP insta o ME a olhar, de uma vez por todas, para a psicologia escolar com especificidade e qualidade, isto é, os(as) psicólogos(as) escolares e a psicologia em contexto escolar merecem um olhar objetivo, profundo e consequente, quer por respeito à função do(a) psicólogo(a), quer por respeito aos(às) trabalhadores(as) e aos(às) seus(suas) utentes.

 

Não te deixes iludir. A necessidade de continuar a lutar mantém-se! 

Por um SNP mais forte, junta-te a nós, sindicaliza-te, luta!

04/07/2018

SNP reune com Ministério da Saúde sobre situação dos psicólogos do SNS

O SNP reuniu na passada terça-feira, dia 26 de junho, com o Senhor Secretário de Estado da Saúde, após reiterada solicitação para sermos auscultados em diversos dos processos que tanto têm afetado os psicólogos no SNS.

Podemos em síntese divulgar que foram dadas algumas respostas às nossas solicitações, ainda que não seja claro que o Ministério da Saúde tenha vontade de lutar de forma cabal quer contra a precariedade a que tem submetido os psicólogos na saúde quer contra o número claramente deficitário de trabalhadores neste setor.

Não obstante, foi compromisso do Senhor Secretário de Estado enviar dados específicos quanto aos pedidos no âmbito do PREVPAP, reiterando que quase todos os processos estão homologados, o que a concretizar-se, indica que os trabalhadores que concorreram, verão a sua situação resolvida. Ademais, fomos informados que abrirão a nível nacional 50 novas vagas para os cuidados de saúde primários, devendo estes colegas ficar fixados fundamentalmente no norte, por considerar este ministério que é a região onde há mais falta de profissionais. Sobre este assunto reiteramos que as carências, à data, são claramente superiores a 50 novas admissões.

No que à carreira do Psicólogo da Saúde diz respeito, esta situação parece estar a ser adiada, não parecendo ser prioritária e alegando o membro do governo que neste momento estarão a negociar as carreiras dos farmaceuticos e dos técnicos de diagnóstico. É com algum amargo de boca que constatámos, uma vez mais, que não parece ser vontade deste governo discutir e resolver as questões reais que preocupam e afetam os psicólogos do SNS, o que muito insta a necessidade de continuarmos a nossa luta, de forma cada vez mais ativa.

Por fim, ficou assumido o compromisso que à semelhança de outras organizações sindicais, também nós participaremos do acordo que defende as 35h para todos os profissionais e que esta alteração entrará em vigor muito em breve. À data este sindicato ainda não recebeu indicação para celebração deste acordo, acreditando contudo que muito em breve todos os psicólogos com vínculo público, independentemente da incoerência que tem pautado a contratação de colegas nas diversas unidades de saúde, conquistarão, finalmente, o direito às 35 horas semanais!

 Algumas conquistas, muita luta, o que tudo indica a necessidade de continuar a lutar!

Por um SNP mais forte, junta-te a nós, sindicaliza-te, luta!

24/05/2018

Pré-Aviso de Greve e Concentração - 30.Maio

O SNP apela à greve dos Técnicos Especializados dia 30 de  de Educação! Juntos somos mais fortes!

Por um Sindicato + Forte, + Participação, + SNP, + Direitos!



 

23/05/2018

SNP solicita audiência urgente ao Ministério da Educação sobre a contratação de Psicólogos Escolares - 23.5.2018



O SNP solicita a marcação de uma reunião com carácter de urgência ao Ministério da Educação no sentido de obter esclarecimentos sobre a contratação de psicólogos escolares no ano letivo 2018/2019, sobre a situação dos trabalhadores que se candidataram ao PREVPAP e que ainda não obtiveram qualquer resposta, e ainda sobre situações consideradas inaceitáveis relacionadas com a contratação de psicólogos no âmbito do POCH.

O SNP reforçará a importância de um concurso nacional para a efetivação dos psicólogos com funções em escolas como a resposta mais justa às reivindicações destes trabalhadores e garante da qualidades dos serviços prestados à comunidade escolar.

Por um Sindicato + Forte, + Participação, + SNP, + Direitos!

SNP pede reunião urgente com Ministério da Saúde sobre situação dos Psicólogos do SNS - 23.5.2018




O SNP solicita ao Ministério da Saúde uma reunião com a maior brevidade possível,  tendo em conta o interesse dos psicólogos que trabalham no SNS e o interesse dos utentes dos respetivos serviços.

Com esta reunião pretende-se retomar a discussão sobre a criação da carreira de Psicólogo Clínico e do possível enquadramento destes trabalhadores no mais recente acordo coletivo para os trabalhadores da saúde, que, de momento, não inclui os trabalhadores das carreiras especiais.

Por um Sindicato + Forte, + Participação, + SNP, + Direitos!

SNP reune com com Psicólogos da Educação no Porto

No passado dia 12/05/2018, membros Direção do SNP reuniram na Casa Sindical, no Porto, com um grupo de psicólogas que trabalham em escolas.

Estas trabalhadoras pretendiam essencialmente obter informação sobre o programa de regularização extraordinária dos vínculos precários na Administração Pública (PREVPAP). O SNP, como membro da Comissão de Avaliação Bipartida da Educação, esclareceu que tudo fará para que a situação profissional dos psicólogos em análise seja alvo de uma avaliação justa, que considere estes trabalhadores como necessidades permanentes nas escolas.

Foram expostas várias situações de condições muito precárias de trabalho, ao longo de muitos anos, que se traduzem em situações de dependência familiar de trabalhadores com postos de trabalho exigentes e socialmente relevantes, sem qualquer contrapartida em termos de responsabilidade da entidade patronal que é o Estado.  Foi ainda relatada a situação de psicólogos que foram contratados num ano, no ano seguinte passam a realizar o mesmo trabalho através de projetos financiados pelo Fundo Social Europeu, (como o POCH) desconhecendo ano após ano a sua situação face ao emprego.

Foi decidido que este Sindicato solicitaria uma reunião ao Ministério da Educação a fim de expor a sua posição, relativamente à situação dos psicólogos que exercem funções nas escolas, em situação de grande precariedade, satisfazendo necessidades permanentes, em postos de trabalho imprescindíveis e quantificáveis por qualquer Direção Escolar. 

O SNP voltará a afirmar, tal como em ocasiões anteriores, que só um concurso nacional, com um número de vagas a concurso que satisfaça as necessidades objetivas dos agrupamentos escolares, poderá repor uma situação de intensa exploração de um grupo profissional, excluído de qualquer possibilidade de carreira e numa situação de insegurança permanente, sem direito a uma vida organizada e ao mero respeito da sua condição de trabalhadores assalariados, numa missão que é fundamental para a concretização de qualquer democracia – a Educação.

Por um Sindicato + Forte, + Participação, + SNP, + Direitos!

09/05/2018

Reunião com Psicólogos da Educação (Porto) - 12.5.2018, 10h

Nesta reunião, que terá lugar na Casa Sindical do Porto (Rua Padre António Vieira, 195 - Metro Campanhã - mapa em https://goo.gl/Kb92Z9), serão discutidas questões relativas ao processo do PREVPAP e outros assuntos relativos à situação dos psicólogos em contexto educativo.

Vamos fazer deste encontro um momento crucial para as ações a desenvolver no âmbito da luta dos psicólogos escolares, juntos somos mais fortes!

Junta-te ao teu sindicato e dá força a este coletivo, através da participação nesta iniciativa!

Por um Sindicato + Forte, + Participação, + SNP, + Direitos! 
 

Reunião com Psicólogos da Educação (Porto)

O Sindicato Nacional dos Psicólogos irá realizar uma reunião sindical com psicólogos da Educação no próximo sábado dia 12 de maio, às 10 horas, na Casa Sindical do Porto  (Rua Padre António Vieira, 195, 4300-031, Porto).
Nesta reunião serão discutidas questões relativas ao processo do PREVPAP e outros assuntos relativos à situação dos psicólogos em contexto educativo.
Vamos fazer deste encontro um momento crucial para as ações a desenvolver no âmbito da luta dos psicólogos escolares, juntos somos mais fortes!

A Direção do SNP

26/03/2018

Divulgação: 28 de Março - Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores




MANIFESTAÇÃO NACIONAL DE JOVENS TRABALHADORES 

28 de Março, 15h00 - Cais do Sodré/Assembleia da República

A luta dos trabalhadores obrigou o governo do PS a tomar algumas medidas que possibilitaram a recuperação, reposição e conquista de direitos, ainda que longe das possibilidades e necessidades dos trabalhadores e do País. No entanto, nas questões estruturantes ainda não foram tomadas medidas que dêem uma resposta adequada aos problemas que também os jovens psicólogos enfrentam. A precariedade e os baixos salários, num acesso dificultado à profissão, continuam a ser a nossa realidade.

Não estamos condenados a um caminho sem retorno! Com a luta é possível combater a precariedade, aumentar salários, garantir direitos!

Dia 28 de Março junta-te a nós no Cais do Sodré em direcção à Assembleia da República, na manifestação convocada pela Interjovem/CGTP-IN.

Há transportes organizados a sair de todo o País, contacta-nos!




09/02/2018

Actualização das 'Perguntas Frequentes' no site da DGAEP

O SNP informa que, após a deliberação de descongelamento das carreiras na Função Pública, foi publicado no site da DGAEP (Direção Geral da Administração e do Emprego Público) um conjunto de 'perguntas frequentes' que podem ser consultadas em https://www.dgaep.gov.pt/pdc/pdf/faqs_desc_2018.pdf.

01/02/2018

Petição contra a precariedade - já assinou?


No âmbito da Campanha Contra a Precariedade - Pelo Emprego com Direitos, a CGTP-IN está a recolher assinaturas numa Petição, que terão de ser centralizadas até ao final de Fevereiro.

Os psicólogos são uma das camadas mais fustigadas por este flagelo, pelo que estamos certos de que vão assinar e divulgar massivamente a Petição!

05/12/2017

SNP presente no Congresso da União de Sindicatos de Viana do Castelo

Perspectiva da Mesa
 
 
 Apresentação do novo órgão dirigente
 
 
Intervenção final a cargo de Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN
 
O SNP participou no IX Congresso da União de Sindicatos de Viana do Castelo, no passado dia 30/11, onde mais de uma centena de delegados discutiram e votaram, entre outros documentos, o Plano de Acção e o órgão dirigente para o quadriénio de 2017 a 2021.

Num distrito com cerca de 250 mil habitantes, mais de um terço do qual se concentra no concelho e cidade de Viana, registou-se neste milénio uma redução significativa do emprego (mais de 12%), particularmente na Indústria mas também nos Serviços, e, reflectindo o grande peso que a Agricultura tem no distrito, uma estabilização do emprego neste sector que ocupa 10% do total dos trabalhadores por conta de outrem.

A precariedade impera, afectando um terço dos trabalhadores, a que acresce uma média salarial abaixo da nacional.

Estas situações reflectem-se na segurança laboral: mais de uma centena de mortes desde 2000, com uma média anual de 5 mil acidentes até 2010, reduzindo-se desde então para 4 mil - mais por redução do emprego e emigração do  que pela tomada de medidas correctivas, as quais passariam pelo reforço das equipas de Higiene e Segurança no Trabalho, área em que a contratação de Psicólogos seria um elemento fundamental para a redução dos factores e comportamentos propiciadores de acidentes.

O elevado desemprego e emigração constituem igualmente motivos de preocupação, uma vez que as novas propostas de emprego são tremendamente escassas: para uma população de 90 mil desempregados surgiam, em meados deste ano, menos de 200 ofertas, a maior parte (85%) e baixas remuneração.

Na Saúde as carências são igualmente sérias, particularmente no tocante a outros profissionais que não médicos e enfermeiros, onde se incluem os psicólogos.

Na Educação é visível o ataque à Escola Pública: desde 2000 fecharam mais de metade dos quase 600 estabelecimentos de então, enquanto os privados registavam um aumento superior a 20%.

E a 3° idade, incluindo mais de 50 mil pensionistas, enfrenta enormes dificuldades financeiras.
O Congresso aprovou, sem votos contra, a composição muito abrangente do novo órgão dirigente, e um Programa de Acção para os próximos quatro anos visando reivindicar e dar resposta a estes problemas. O SNP saúda os novos dirigentes, os sindicatos e os sindicalistas do Distrito de Viana do Castelo, apoiando a reivindicação de mais e melhores serviços públicos no distrito, devidamente equipados e dotados de pessoal qualificado, em particular psicólogos, não só para servir as populações locais como criar condições de atracção e fixação de jovens e de profissionais, diminuindo assimetrias, proporcionando melhor qualidade de vida e potenciando a economia local.



17/11/2017

SNP celebra acordo de empresa com o Colégio Valsassina


 

É sabido que um recente contrato coletivo de trabalho aplicável às escolas do ensino particular e cooperativo (que não teve o SNP ou qualquer outro sindicato da CGTP como outorgante) representou o mais grave retrocesso de direitos e garantias dos trabalhadores deste setor nas últimas décadas.

O SNP, alinhado nomeadamente com a FENPROF e outras forças sindicais, tudo tem feito para defender os psicólogos, instando a que não cedam à pressão exercida por diversas direções do Ensino Particular e Cooperativo (EPC) nem aceitem um Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) que chega, em algumas matérias, a penalizar mais do que o regime geral.

A prova de que vale a pena lutar, de que acordos que respeitem a progressão salarial e a manutenção das 35 horas podem ser celebrados, é o exemplo do Acordo de Empresa celebrado no passado dia 13 de novembro com o Colégio Valsassina, que incluiu entre outros sindicatos o SNP.

Outros colégios e escolas do Ensino Particular e Cooperativo se seguirão, demonstrando que apenas respeitando as condições de trabalho dos psicólogos se poderá, simultaneamente, garantir a qualidade do ensino e dignificar cada vez mais a profissão. 

Junta a tua voz à do teu Sindicato! Junta-te a esta luta! Sindicaliza-te!