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postheadericon Edital - Assembleia Eleitoral - 13.12.2014 - 14/17h

ASSEMBLEIA ELEITORAL


Ao abrigo do artigo 75º, alíneas a) e b) dos Estatutos, convoco a Assembleia Eleitoral para o dia 13 de Dezembro de 2014, para proceder à eleição dos Corpos Gerentes para o biénio 2014/2016.

A Assembleia Eleitoral, funcionará na sede do Sindicato, sita à Rua Jardim do Tabaco, nº 90 – 2º Dto., em Lisboa e funcionará entre as 14H00 e as 17H00 horas

Lisboa, 23 de Outubro de 2014.

 

O Presidente da Mesa da Assembleia-geral

(Doutor Vítor Hugo Ferreira da Silva)

 


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postheadericon 10.Outubro - Dia Mundial da Saúde Mental

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Nota de Imprensa da EFPA

Bruxelas, 10 de Outubro de 2014


“Temos de permitir que os psicólogos intervenham mais cedo para reduzir o risco de desenvolvimento de um quadro de esquizofrenia!”

Hoje, Dia Mundial da Saúde Mental, focamo-nos nos cidadãos com esquizofrenia. A EFPA, a Federação Europeia de Associações de Psicólogos, apela ao reforço da deteção e intervenção precoce em pacientes com risco de esquizofrenia. ‘Graças às pesquisas em Psicologia, temos agora ferramentas mais eficazes para deteção precoce, e tratamentos preventivos bem delineados. Só falta a coragem para investir nesse esforço’, diz Robert Roe, presidente da EFPA.

A esquizofrenia é uma das patologias mentais mais graves que se pode encontrar. Com sintomas como delírios, alucinações e deficiências da fala ou dificuldades motoras, etc, pode ser uma experiência assustadora para os doentes e para os que o rodeiam. A esquizofrenia afeta cerca de 7 em cada mil adultos. Apesar de ser considerado um distúrbio de saúde mental grave, o tratamento é possível e pode conduzir a uma vida produtiva para os doentes, que assim poderão integrar totalmente a sociedade. Dito isto, é fundamental que o tratamento comece tão cedo quanto possível. Os Psicólogos Clínicos podem desempenhar um papel importante neste processo.

"Em resultado da pesquisa em Psicologia é agora possível detectar pacientes que apresentam um risco aumentado para o desenvolvimento de um primeiro episódio psicótico, que é muitas vezes o ponto de partida para uma esquizofrenia. Pesquisas importantes, como por exemplo a da psicóloga clínica holandesa Dra. Dorien Nieman (Universidade de Amesterdão), mostrou que, ao detectar défices no processamento de informações com padrões específicos de ondas cerebrais, podemos prever melhor o aparecimento de uma primeira psicose em indivíduos com sintomas de risco, como paranóia leve. Através deste método, psicólogos foram capazes de determinar um grupo de risco que apresenta até 75% de hipóteses de desenvolver um primeiro episódio psicótico", explica Roe.

O próximo passo a dar seria dar início a tratamento psicológico preventivo para esse grupo específico. Roe dá um exemplo para ilustrar: "Por exemplo, um dos aspectos essenciais é a forma como os doentes interpretam sintomas como, por exemplo, ‘ouvir vozes’ ocasionalmente. É possível ensinar o paciente a reinterpretar estes sintomas de uma forma menos prejudicial. Por exemplo, pode-se ensinar os pacientes a não interpretar as vozes como sendo parte de um processo diabólico, mas sim como um fenómeno inócuo que muitas pessoas experimentam nalgum momento da vida, e aprender a ignorá-los. Protocolos de tratamento psicológicos utilizados neste grupo de risco reduzem, em até 50%, a hipótese de um primeiro episódio psicótico.

Ajudar com eficiência os pacientes com sintomas de risco visando reduzir a hipótese de desenvolver esquizofrenia pode constituir um grande custo, e só poderá ser realizado se os governos prestarem mais atenção às competências específicas dos psicólogos e diminuirem os entraves às intervenções psicológicas. "Vemos em muitos países que os pacientes muitas vezes são confrontados com diferentes entraves (falta de reembolso, listas de espera, encaminhamento por clínicos gerais) quando necessitam consultar um psicólogo. Os governos devem tomar medidas para tornar mais fácil o acesso dos cidadãos aos serviços dos psicólogos”.

 

Contactos:

Koen Lowet – BFP Managing Director, +32 476383454, koen.lowet(at)bfp-fbp.be

Pauline Adair – EFPA Standing Committee Psychology and Health - pauline.adair(at)strath.ac.uk

Mais informação:

http://www.psy.vu.nl/en/research/research-projects/research-by-department/clinical-psychology/vroege-opsporing-schizofrenie/index.asp 

http://www.who.int/mental_health/world-mental-health-day/2014/en/ 

 

postheadericon Reunião Sindical - Lisboa - 29 de setembro - 14h00 - Sede do SNP

Caro/a Colega

Vamos reunir na próxima segunda-feira, dia 29, pelas 14h, na Sede do SNP (Rua Jardim do Tabaco, nº 90 - 2º Dto - ver mapa), para debater as questões dos psicólogos escolares, nomeadamente:

  • percurso recente e não tão recente dos psicólogos nas escolas
  • modelo de contratação: quais as limitações?;
  • o que se espera do futuro?
  • a luta dos psicólogos junto dos outros trabalhadores.

A tua participação é essencial! Confirma a tua presença, traz outros colegas. Só unidos podemos promover a mudança! Divulga a iniciativa!

Página oficial: www.snp.pt

Facebook: www.facebook.com/SNPsicologos

Inscreve-te neste formulário para participar em reuniões sindicais:

http://bit.ly/contacto-snp

Assina a Petição "Pelo Fim da Precariedade dos Psicólogos Escolares" e divulga-a até que chegue às assinaturas necessárias para ir ao Parlamento:

http://bit.ly/peticao-psiescolar

 

lisboa

 

postheadericon Psicólogos Escolares - Nota de Imprensa - 24.9.2014

O SNP – Sindicato Nacional dos Psicólogos – vem por este meio manifestar o seu total repúdio por constatar que, durante este ano letivo, o Ministério da Educação e da Ciência decidiu mentir aos portugueses, referindo um aumento de vagas para psicólogos nas escolas quando, em boa verdade, o que fez foi aumentar o número de contratos a meio tempo e reduzir o número de contratos a tempo inteiro!

Após um período de “apagão” (de sexta feira até ontem, terça, ao fim do dia), a plataforma reabriu, sendo agora possível constatar que das atuais 277 vagas disponíveis a concurso, 150 são de 20h semanais e 123 são de 40h. Desconhecemos quando e se abrirão mais vagas (a totalidade de vagas a concurso não é oficialmente conhecida) mas, dificilmente, a proporção de meios horários se inverterá.

Esta é a postura do MEC: desbaratar a escola pública e fazer de conta que resolve os problemas. Na prática, estão 198 vagas a concurso, já incluindo escolas TEIP e com contrato de autonomia, um número que calculamos em função de se considerar cada 2 horários de 20h como 1 só.

O MEC pretende a precariedade de todos os trabalhadores e ataca também os psicólogos escolares, com concursos sem nexo, em que se tem que comparecer a entrevistas escola a escola e realizar 1 portefólio.

 

Basta de precariedade! O SNP exige um concurso nacional e a efetivação dos psicólogos escolares!

A DIREÇÃO DO SNP

24 de setembro de 2014

 

postheadericon Depois da mentira, o caos!

Depois da vergonhosa mentira no qual o MEC referiu que os psicólogos escolares estariam no início do ano letivo nas escolas – tal nunca se verificou e este ano não foi exceção – agora é o caos instalado!

 

Na sequência da admissão de culpa do Sr. Ministro da Educação, Nuno Crato, nas questões associadas à Bolsa de Contratação de Escola, TODOS os concursos de oferta de escola (e não só da Bolsa, referentes apenas  a  Escolas  TEIP  e  com  contrato  de  autonomia)  foram  retirados  da  página  SIGRHE.  Na  prática,  as centenas  de  psicólogos  que  concorriam  às  escolas  nesta  fase  estão  impossibilitados  de  o  fazer.  Os concursos que já estavam a decorrer desapareceram da plataforma e, segundo o que o SNP pôde apurar, a DGAE/DGEstE informaram que os concursos foram retirados para se corrigir a plataforma e provavelmente, todos os psicólogos terão que repetir a candidatura!

 

Para alguns psicólogos, isto significará concorrer novamente a pelo menos 150 ofertas. Para quem não conheça o procedimento, o concurso a oferta de escola é feito 1 a 1 e os critérios são sempre diferentes.

 

O  SNP  considera  o  processo  já  por  si  desumano,  porque  exige  uma  candidatura  nominal,  perdida  na arbitrariedade de critérios muito opacos e em que cada escola, a seu bel-prazer, define o que lhe apetece e exclui candidatos que não cumpram limitações nos cabeçalhos e rodapés dos portefólios a enviar.

 

É,  linearmente,  uma  vergonha!  Uma  afronta  aos  profissionais,  permanentemente  necessidades temporárias e  desrespeitados  há  décadas!  Uma  afronta  criminosa  aos  alunos  e  famílias que,  UMA  VEZ MAIS, terão que esperar por outubro para ver os psicólogos nas escolas, apesar das informações da tutela em contrário!

 

Basta! Os alunos, famílias, professores, psicólogos, exigem uma escola pública e um sistema de ensino que funcionem, justos e com respeito por todos! Exigimos um concurso nacional e o fim da precariedade!

 

A DIREÇÃO DO SNP

20 de setembro de 2014