TOMADA DE POSIÇÃO Sobre o decurso dos concursos para psicólogos nas escolas
Os concursos para psicólogos nas escolas deveriam estar a servir objetivos claros: reforçar os serviços públicos, aumentar o número de trabalhadores nas escolas e garantir respostas mais robustas às necessidades das crianças, dos jovens e das comunidades educativas. No entanto, em vez de criar confiança, o processo tem sido marcado por dúvidas, interpretações contraditórias e opções que alimentam a divisão entre trabalhadores. Instala-se a ideia de que os trabalhadores já vinculados que concorram para as escolas perderão inevitavelmente remuneração. Mantém-se a imposição de provas de conhecimentos em situações em que poderiam existir soluções mais adequadas. Persistem critérios que levantam problemas de equidade entre percursos formativos distintos. E continua sem existir informação pública clara sobre o número total de vagas existentes e previstas. O resultado é um processo que gera insegurança e desvia a atenção daquilo que realmente importa. O problema não são os trabalhadores em si...








